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03 março, 2011

Duplex House in Tokito by Hidehiro Fukuda architects

The design concept is based on the traditional Japanese folded paper crane. These designs begin with a square sheet of paper and involve a lot of diagonal folding. The crane in Japan is a holy creature that is believed to make a person’s wish to come true; such as long life. The architect incorporated the notion of longevity in the design which consists of a single level house and a two level studio.

Two rectangles are arranged on the site. The first volume is set parallel to the existing park and accommodates the studio along two levels and the home’s living areas on ground level. The second volume is placed at an angle creating a triangular area between them used as an entrance, corridor and garden of the home accommodating its private spaces. Its transparent roof with little square windows are arranged irregularly brings the light in connecting the inhabitants to the outside. The interior walls and roof, lined with oriented strand board, provide a seamless continuation of space. White colour is used in corridors and to connect the rooms with each other.






















Architects: Hidehiro Fukuda architects
Location: hakodate, hokkaido,japan
Structural engineer: Ryozo Umezawa
Project area: 152.28sqm
Conclusion: 2010

05 novembro, 2009

Casa em Kitamoto

Projecto: Casa em Kitamoto
Autor(es):
Ryoko & Keisuke Masuda
Ano de conclusão: 2007
Localização: Kitamoto, Saitama Prefecture






08 setembro, 2009

Rocha Tombal - House Bierings

Os tempos estão a mudar.... o cosmos assim o pré-determina, e nós começamos a sentir os ventos de mudança, na ordem mundial, no sistema económico, nos valores da sociedade, em toda a ordem e escala, e assim na arquitectura as mudanças começam timidamente a aparecer. O fim da era das "BOX" e dos envidraçados a sul, a ausência de barreiras, a inexistência de ambientes pessoais, o uso de materiais frios e incolores, tudo isso começa a fazer parte do passado, pois a necessidade de criar arquitectura para pessoas reais torna-se urgente. Depois de meses, o arkG volta com mais energia, não necessariamente mais tempo para se dedicar a este blog, mas empenhado em cumprir o compromisso de divulgar projectos que mostrem a mudança de paradigma, para a qual espero contribuir.






























Partindo de uma forma determinada pelo plano urbano vigente, esta moradia está apetrechada com “olhos” que emergem do seu interior constituindo eixos visuais para a paisagem natural envolvente. A forma e a orientação da moradia são definidas de modo a evitar contacto visual com as moradias vizinhas. Ao nível do piso térreo, a forma inclinada do tecto da cozinha acentua o intenso contacto visual com o jardim. No primeiro piso, através das diferentes aberturas na fachada e no tecto, permite-nos tirar partido de diferentes experiencias lúminicas, ao longo do dia.
O caminho que nos leva a percorrer o espaço desta habitação inicia-se no hall de entrada exterior, criado através de uma subtracção no volume do piso térreo. Depois desta primeira impressão da casa e passando debaixo da enorme porta pivotante existente, o visitante chega ao “coração” do espaço, a Cozinha. Aqui a relação com o exterior é imponente, através de um painel de vidro a toda a extensão da cozinha que nos sugere que voltámos a sair para o exterior do jardim. De seguida, uma escada que atravessa um plano de madeira e se estende para o meio da cozinha, convida-nos a continuar a percorrer os caminhos que esta casa nos oferece, conduzindo-nos ao primeiro piso. A direcção angulosa que define a escada, as suas proporções (estreita e alta) assemelhasse a uma rua medieval, pontuada com uma entrada de luz ao nível da cobertura. Ao fundo da escada descobrimos a sala de estar, um espaço calmo, embebido em branco e numa luz calma e clara de Norte, através de uma janela que expõe a paisagem rural envolvente, tal qual uma moldura faz com uma pintura naturalista.